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cidadeagar

UMA NO CRAVO OUTRA NA FERRADURA

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UMA NO CRAVO OUTRA NA FERRADURA

HÁ PUTOS ASSIM...

14.11.08, José Rocha

 AS BOTAS...
>
> Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
> Ela faz força, faz força, e parece impossível; as botas entram muito
> apertadas.
> Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já
> está quase.
> Nisto diz o miúdo:
> - As botas estão trocadas!
> A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a
> tirar-lhe as botas novamente.
> Mais uma dose de esforço e depois ela torna a tentar colocar-lhe as
> botas, desta vez nos pés certos.
> Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem sucedida e diz:
> - Bolas... estava a ver que não... custou...
> - Sabe é que estas botas não são minhas!
> A educadora fecha os olhos, respira fundo e lá começa a descalçar o
> rapaz novamente.
> Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:
> - OK! De quem é que são estas botas, então?
> - São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
> A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai
> respirando fundo, decide não dizer nada e novamente a calçar o rapaz.
> Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
> No fim diz-lhe:
> - Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
> - Pus nas botas!

 

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