UMA NO CRAVO OUTRA NA FERRADURA
Domingo, 31 de Agosto de 2008
FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

Quero deixar aqui os meus sinceros parabéns à Comissão de Festas, pelo vosso Esforço e Dedicação. Fizeram um excelente trabalho.

Editado por José Luís Rocha



publicado por José Rocha às 17:05
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Sábado, 30 de Agosto de 2008
SENHORA DE AIRES

Fotos de José Luís Rocha



publicado por José Rocha às 12:55
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Domingo, 24 de Agosto de 2008
PASSEIO BTT S B OUTEIRO

 



publicado por José Rocha às 21:08
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ARTE NATURAL OU TALVEZ NÃO

Pedra do Sapo

Freguesia de São Bartolomeu do Outeiro

Foto e edição de José Luís Rocha



publicado por José Rocha às 10:06
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PADRE ORGANIZA "MISS FREIRA"
 

Um padre católico italiano lançou um concurso na internet para eleger a freira mais bonita de Itália, com o intuito de acabar com os preconceitos que tornam as freiras menos atraentes. 

 

"Miss Freira" é o nome do concurso de beleza idealizado pelo teólogo Antonio Rungi. As religiosas que queiram participar não têm de desfilar numa passerele, bastando enviar uma fotografia que será depois publicada num site da internet.

Neste certame só poderão participar freiras com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos, com "fotos bonitas e expressivas, que mostrem a beleza tanto no plano estético como no plano espiritual", segundo o sacerdote.

Depois de publicadas as fotos, a escolha da vencedora ficará a cargo dos internautas.

"A imagem que se tem hoje das freiras é de mulheres tristes, desiludidas com a vida e não realizadas", explicou o sacerdote Antonio Rungi, que aspira realizar um verdadeiro concurso de beleza para freiras, no qual os prémios revertam a favor de iniciativas humanitárias.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=983661

Editado por José Luís Rocha
 



publicado por José Rocha às 08:09
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
OBRIGADO NELSON EVORA



publicado por José Rocha às 13:53
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008
FESTAS EM HONRA DE NOSSA SRª DA ASSUNÇÃO

Editado por José Luís Rocha



publicado por José Rocha às 10:20
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Sábado, 16 de Agosto de 2008
SPORTING 2 -0 PORTO

E A PRIMEIRA JÁ É NOSSA

 Editado por José Luís Rocha



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RECANTO - AGUIAR

 

Foto de José Luís Rocha

 



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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008
ABAIXO AS GRAVATAS

INDUMENTÁRIA

 


Joaquim Jorge


 
 
O Japão pelo antigo primeiro-ministro Junichiro Koizumi tinha sido pioneiro na utilização de roupa informal e fresca ( cool biz ). Esta era a forma de se poupar energia ao baixar um pouco a temperatura do ar condicionado das empresas e instituições públicas.
Agora a ONU pela mão de Ban Ki- moon defendeu e promove a utilização de roupa casual e informal. Acho muito bem. Por vezes ando de gravata e acrescento que é uma peça de vestuário lindíssima e que permite dar um toque pessoal à forma como estou vestido. Porém temos que evoluir e adaptarmo-nos às novas necessidades ( poupar energia e utilizar as energias renováveis ).
Em Portugal país cheio de etiquetas e salamaleques não será fácil . Já se tem tentado , uma ténue mudança na forma de se vestir à sexta-feira , por exemplo , calças de ganga , camisa sem gravata e casaco azul . Algumas figuras conhecidas , é evidente uma super minoria já o faz. O pior é que muitos dos nossos deputados com um aspecto não muito interessante ficam mais apresentáveis de fato escuro e gravata do que provavelmente dessa forma. O "ar" não ajuda. Felizmente que o bom aspecto é algo que não se pode comprar , nasce com as pessoas , é um processo longo e interiorizado . Senão até isso o dinheiro comprava e o poder dos lugares.
É uma ideia a seguir e interessante . Alguém tem que ser o primeiro , comece-se pelo Presidente da República e pelo Primeiro-Ministro que veste Prada . Existem boas calças de ganga dessa marca mas o preço não é para o comum dos mortais.
Quem vende gravatas que se cuide...

Fonte http://clubedospensadores.blogspot.com/

Editado por José Luís Rocha

 

 



publicado por José Rocha às 12:01
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Sábado, 9 de Agosto de 2008
TERMAS DA GANHOTEIRA


[Um antigo quartel de aquista]

 

Época termal
---

Indicações

Doenças de pele, reumatismo

Tratamentos/ caracterização de utentes

Actualmente esta água é recolhida e utilizada em banhos ao domicílio

 

Instalações/ património construído e ambiental

É visível toda a caleira de escoamento de águas da mina, cerca 200 m antes de chegar à zona construída, uma sucessão de pequenos “vulcões”, do qual um ainda se encontra aberto com poço de grande profundidade (“cuidado não caia lado dentro, ninguém sabe a profundidade daquilo” [informante 2]). O último dos “vulcões” é o poço donde se retiravam as águas por bombagem. Está bastante obstruído por terras arenosas, embora ainda tenha água. À sua volta encontra-se a cobertura de três furos feitos nos anos 1990, quando a JF de S. Bartolomeu do Outeiro tentou reactivar as termas. Esta sucessão de “vulcões” continua no outro lado da ribeira, na Herdade da Casqueira, onde também houve instalações termais, prolongando-se até ao Sobral da Mina. Da parte construída actualmente existem ruínas do grande depósito de água; da caldeira de aquecimento da água onde mal se apercebe o forno da lenha; e o balneário, com sala central, do lado esquerdo, numa construção com 12 quartos de banho, sendo 6 de cada lado; cada um teve a sua banheira em pedra, das quais restam algumas. Do lado esquerdo, dois tanques separados por paredes, aos quais se sucedem dois quartos que deveriam servir de vestiários – deveriam corresponder aos banhos masculinos e femininos de doentes chaguentos – muito provavelmente com água que teria servido para os banhos individuais. Separada deste por um antigo “jardim” termal está, a cerca 50 m para jusante da ribeira, a antiga venda/tasca, com sala central correspondente ao local da loja e 4 quartos anexos, sendo um deles cozinha. Ao lado desta construção uma chaminé coberta para churrascos, e por detrás o que seria um grande estábulo. Estes dois núcleos (estábulo e churrascos) parecem ser as construções mais recentes, talvez anos 1950. A cerca de 100 m, numa pequena elevação, encontra-se a hospedaria, também com dois períodos de construção, a primeira com os 15 quartos descritos em 1893, e outros 15 acrescentados nos anos 40. É uma construção rectangular, onde as duas fachadas compridas de 40 m formam duas alas de quartos, com as suas portas e janelas. Com uma largura de 8 m, cada módulo de quarto tem 4x3 m; é curiosa a sua divisão interna, onde estes módulos formam 3 “apartamentos” com quarto e cozinha, 2 “apartamentos” com dois quartos, e 8 quartos com cozinha (ou seja, com chaminé); dois deles comunicam, formando em caso de necessidade a “suite”; 6 quartos ainda com as dimensões deste módulo e 6 quartos de 2x2 m nas extremidades da construção (3 de cada lado). Há na disposição das construções, no seu jardim termal, bastantes semelhanças com a Fadagosa do Pereiro (Marvão); embora sejam mais modestas, seguiram o exemplo dessas termas.

 

Natureza

Sulfatada (ambiente metalífero, Calado 1992). Em relação às vizinhas águas da Casqueira é dito que são hipossalinas ferruginosas (Acciaiuoli e Contreiras). Mas esta também parece ser uma água muito ferruginosa, formando uma nata vermelha à superfície.    

 

Alvará de concessão

Diário do Governo, nº249 de 3/11/1893 - Alvará de concessão. Declaradas abandonadas em 1960

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Historial

As primeiras descrições de utilização da água são feitas por Rolo (1893), que referiu que depois da descoberta a água na vizinha herdade da Casqueira, em 1860, os trabalhadores desta herdade da Ganhoteira começaram a utilizar uma água não potável, que nascia da galeria de exploração mineira de pirites de ferro, já exploradas pelos romanos, e recolhidas num poço de 9,20 m de fundo por 3,45m de secção, que vem para o exterior por canalização a cerca de três metros de profundidade do poço, ou extraída por bombagem. No local existia uma casa com 15 quartos onde se alojavam os aquistas, tendo o balneário 12 tinas, 6 para banhos frios (18º) e as outras 6 para banhos quentes; os doentes chaguentos banhavam-se em estabelecimento especial (Rolo 1893). Em 1912 tudo estava em ruínas, houve reclamações para renovação do balneário mas o concessionário não teve posses para os trabalhos. Em 1939 era concessionário Carlos Maria Eugénio de Almeida, herdeiro da concessão de 1893, não tinha área demarcada sendo “irregular a exploração da nascente, pagando o arrendatário uma renda anual de 120 galinhas” (Acciaiuoli 1944.). A situação era idêntica em 1947, sendo agora concessionários os herdeiros do citado e a água extraída por bomba e aquecida em caldeirão. Existe uma confusão entre as herdades da Casqueira e da Ganhoteira: a separá-las existe uma ribeira e ambas aproveitam águas de exploração mineira, de minérios de ferro e cobre. Autores como Acciaiuoli e Contreiras atribuem-lhe naturezas e qualidades terapêuticas diferentes. Há mesmo uma história diferente para cada um dos locais termais, mas tudo se passa junto à mesma ribeira, a uma distância de 300 m. Da Casqueira já nada existe de património construído, segundo o informante 2, que não se lembra de alguma vez ter existido balneário. O auge da frequência destas termas deve ter ocorrido nos anos 1940, para vir a decair na década seguinte, até ao abandono total. Manuel António Irio lembra-se “ainda gaiato, dos quartos ali não chegarem para toda a gente que vinha a banhos, acampavam aqui debaixo dos sobreiros, com barracas feitas de paus e sacas”. Em 1983 realizou-se uma reunião na qual intervieram as Câmaras de Portel e Évora, a então chamada Comissão Coordenadora Regional e a fundação Eugénio de Almeida, proprietária das termas, tendo sido decidido constituir um grupo de trabalho para estudar todas as questões relacionadas com as termas. Ao que parece, até hoje nada foi feito. Sabemos que a partir de 1995 o executivo da Junta de Freguesia de S. Bartolomeu do Outeiro apostou na recuperação das termas. Por impulso do então presidente Abílio José Veiga, foram abertos 3 furos junto do poço e a Fundação Eugénio de Almeida comprometeu-se a ceder uma área em volta do estabelecimento termal, de superfície a determinar. Foram ainda feitos vários contactos, como relatou a funcionária da JF: “Fui eu que telefonei para aquele homem da águas, que era do Sporting... o Sousa Cintra, a pedido do Sr. Abílio, para ver se ele se interessava aqui pelas termas, falei com ele directamente... Mas ele disse-me, delicadamente, que para ele não era um bom investimento, para o capital que precisava de investir.” Ainda acerca do empenhamento do então presidente da junta de freguesia, há um artigo no jornal Público de 3 de Novembro de 1996, com o título “Governador civil de Évora mostra pobreza de Portel – Desempregados esperam obras de Alqueva”, onde, a propósito da suspensão da carreira para S. Bartolomeu de Outeiro e dos problemas da freguesia, se refere que Abílio José Veiga aposta na recuperação das termas, dizendo que “antigamente, vinha aqui gente de todo o lado. Mas como não tínhamos acessos, nem luz nem saneamento básico, as pessoas começaram a procurar outros destinos.... mas as termas são ainda uma fonte de saúde”.

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Alojamentos

---

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Recortes

Público (local)- 3/11/96 (L.M.) - Governo civil de Évora mostra pobreza de Portel - Desempregados esperam obras de Alqueva - (Destaque: No meio das dificuldades deste isolamento, a freguesia está empenhada num projecto que poderá trazer-lhe algum desenvolvimento: a recuperação das Termas da Galhoteira)

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Bibliografia

Acciauoli: 1937, 1940, 1941, 1942, 1944, 1947, 1948. Bonhorst 1890, Calado 1995,  Contreiras 1937, Correia  1922,  Narciso 1920, Pego  1893, Sarzedas  1907, Torres  1893, Actas- Alocuções - Comunicações 1948, Águas Minerais do Continente e Ilha de S. Miguel 1940,  Águas e Termas Portuguesas 1918, Anuário Médico-Hidrológico de Portugal 1963, CCR Alentejo 1987

http://www.aguas.ics.ul.pt/evora_ganhoteira.html

Editado por José Luís Rocha



publicado por José Rocha às 18:20
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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008
POSTAIS DE AGUIAR

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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008
BOMBARDEAMENTO DE HIROSHIMA NAGASAKI

 

Imagem:Nagasakibomb.jpg

Na manhã de 6 de Agosto de 1945, um bombardeiro da Força Aérea dos Estados Unidos lançou a bomba atômicaLittle Boy na cidade japonesa de Hiroshima, à qual se seguiu, três dias mais tarde, outra detonação nuclear, Fat Man, sobre Nagasaki.

As estimativas do número total de mortos variam entre 140 mil e 220 mil, sendo algumas estimativas consideravelmente mais elevadas quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação. Mais de 90% dos mortos eram civis.

As explosões nucleares, a destruição das duas cidades e as centenas de milhares de mortos em poucos segundos, levaram o Japão à rendição incondicional em 15 de agosto de 1945, com a subsequente assinatura oficial do armistício em 2 de setembro na baía de Tóquio e o fim da II Guerra Mundial.

O papel dos bombardeios atômicos na rendição do Japão, assim como seus efeitos e justificações, foram submetidos a muito debate. Nos EUA, o ponto de vista que prevalece é que os bombardeios terminaram a guerra meses mais cedo do que haveria acontecido, salvando muitas vidas que seriam perdidas em ambos os lados se a invasão planejada do Japão tivesse ocorrido. No Japão, o público geral tende a crer que os bombardeios foram desnecessários, uma vez que a preparação para a rendição já estava em progresso em Tóquio.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bombardeamentos_de_Hiroshima_e_Nagasaki

Editado por José Luís Rocha

 



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Domingo, 3 de Agosto de 2008
SALAZAR CAIU DA CADEIRA HÁ 40 ANOS

 

O fim de Salazar, o Presidente do Conselho (de Ministros), começou a 3 de Agosto de 1968, quando, ao deixar-se cair para uma cadeira de lona, tombou para trás com o peso e caiu no chão, batendo com a cabeça nas lajes do terraço do Forte de Santo António, no Estoril, onde anualmente passava as férias, acompanhado pela governanta, a famosa D. Maria.
A 26 de Setembro, o Presidente da República, Américo Tomás, anunciou a substituição de Salazar e no dia seguinte Marcelo Caetano tomou posse. O ditador tinha governado Portugal 40 anos, 4 meses e 28 dias.
Os médicos declararam a morte de António Oliveira Salazar às 09h15m de 27 de Julho de 1970. Morreu aos 81 anos.
 
publicado por JLopesGuerreiro às 11:32
 
 

 

http://alvitrando.blogs.sapo.pt/

 

Editado por José Luís Rocha



publicado por José Rocha às 18:37
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