UMA NO CRAVO OUTRA NA FERRADURA
Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
LAGRIMA


publicado por José Rocha às 10:28
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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
FAZEMOS UM BAILE OU UM TORNEIO DE MALHA


publicado por José Rocha às 20:45
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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012
I MARATONA BTT GCD AGUIAR


publicado por José Rocha às 18:27
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É POSSIVEL SIM SENHOR

Serve este post para mostrar a equipa que tornou possivel a realização da I MARATONA DE BTT DO GRUPO CULTURAL E DESPORTIVO DE AGUIAR, como disse o fotografo (Eduardo) "não estão aqui todos porque não couberam na máquina" da minha parte quero agradecer aqui publicamente o esforço de todos, o meu muito obrigado.

 

 

 



publicado por José Rocha às 08:32
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Domingo, 1 de Janeiro de 2012
CONCERTO DE ANO NOVO


publicado por José Rocha às 19:36
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Sábado, 24 de Dezembro de 2011
CARTA ABERTA AO SENHOR PRIMEIRO MINISTRO

"Exmo Senhor Primeiro Ministro

 

Começo por me apresentar, uma vez que estou certa que nunca ouviu falar de mim. Chamo-me Myriam. Myriam Zaluar é o meu nome "de guerra". Basilio é o apelido pelo qual me conhecem os meus amigos mais antigos e também os que, não sendo amigos, se lembram de mim em anos mais recuados.

 

Nasci em França, porque o meu pai teve de deixar o seu país aos 20 e poucos anos. Fê-lo porque se recusou a combater numa guerra contra a qual se erguia. Fê-lo porque se recusou a continuar num país onde não havia liberdade de dizer, de fazer, de pensar, de crescer. Estou feliz por o meu pai ter emigrado, porque se não o tivesse feito, eu não estaria aqui. Nasci em França, porque a minha mãe teve de deixar o seu país aos 19 anos. Fê-lo porque não tinha hipóteses de estudar e desenvolver o seu potencial no país onde nasceu. Foi para França estudar e trabalhar e estou feliz por tê-lo feito, pois se assim não fosse eu não estaria aqui. Estou feliz por os meus pais terem emigrado, caso contrário nunca se teriam conhecido e eu não estaria aqui. Não tenho porém a ingenuidade de pensar que foi fácil para eles sair do país onde nasceram. Durante anos o meu pai não pôde entrar no seu país, pois se o fizesse seria preso. A minha mãe não pôde despedir-se de pessoas que amava porque viveu sempre longe delas. Mais tarde, o 25 de Abril abriu as portas ao regresso do meu pai e viemos todos para o país que era o dele e que passou a ser o nosso. Viemos para viver, sonhar e crescer.

 

Cresci. Na escola, distingui-me dos demais. Fui rebelde e nem sempre uma menina exemplar mas entrei na faculdade com 17 anos e com a melhor média daquele ano: 17,6. Naquela altura, só havia três cursos em Portugal onde era mais dificil entrar do que no meu. Não quero com isto dizer que era uma super-estudante, longe disso. Baldei-me a algumas aulas, deixei cadeiras para trás, saí, curti, namorei, vivi intensamente, mas mesmo assim licenciei-me com 23 anos. Durante a licenciatura dei explicações, fiz traduções, escrevi textos para rádio, coleccionei estágios, desperdicei algumas oportunidades, aproveitei outras, aprendi muito, esqueci-me de muito do que tinha aprendido.

 

Cresci. Conquistei o meu primeiro emprego sozinha. Trabalhei. Ganhei a vida. Despedi-me. Conquistei outro emprego, mais uma vez sem ajudas. Trabalhei mais. Saí de casa dos meus pais. Paguei o meu primeiro carro, a minha primeira viagem, a minha primeira renda. Fiquei efectiva. Tornei-me personna non grata no meu local de trabalho. "És provavelmente aquela que melhor escreve e que mais produz aqui dentro." - disseram-me - "Mas tenho de te mandar embora porque te ris demasiado alto na redacção". Fiquei.

 

Aos 27 anos conheci a prateleira. Tive o meu primeiro filho. Aos 28 anos conheci o desemprego. "Não há-de ser nada, pensei. Sou jovem, tenho um bom curriculo, arranjarei trabalho num instante". Não arranjei. Aos 29 anos conheci a precariedade. Desde então nunca deixei de trabalhar mas nunca mais conheci outra coisa que não fosse a precariedade. Aos 37 anos, idade com que o senhor se licenciou, tinha eu dois filhos, 15 anos de licenciatura, 15 de carteira profissional de jornalista e carreira 'congelada'. Tinha também 18 anos de experiência profissional como jornalista, tradutora e professora, vários cursos, um CAP caducado, domínio total de três línguas, duas das quais como "nativa". Tinha como ordenado 'fixo' 485 euros x 7 meses por ano. Tinha iniciado um mestrado que tive depois de suspender pois foi preciso escolher entre trabalhar para pagar as contas ou para completar o curso. O meu dia, senhor primeiro ministro, só tinha 24 horas...

 

Cresci mais. Aos 38 anos conheci o mobbying. Conheci as insónias noites a fio. Conheci o medo do amanhã. Conheci, pela vigésima vez, a passagem de bestial a besta. Conheci o desespero. Conheci - felizmente! - também outras pessoas que partilhavam comigo a revolta. Percebi que não estava só. Percebi que a culpa não era minha. Cresci. Conheci-me melhor. Percebi que tinha valor.

 

Senhor primeiro-ministro, vou poupá-lo a mais pormenores sobre a minha vida. Tenho a dizer-lhe o seguinte: faço hoje 42 anos. Sou doutoranda e investigadora da Universidade do Minho. Os meus pais, que deviam estar a reformar-se, depois de uma vida dedicada à investigação, ao ensino, ao crescimento deste país e das suas filhas e netos, os meus pais, que deviam estar a comprar uma casinha na praia para conhecerem algum descanso e descontracção, continuam a trabalhar e estão a assegurar aos meus filhos aquilo que eu não posso. Material escolar. Roupa. Sapatos. Dinheiro de bolso. Lazeres. Actividades extra-escolares. Quanto a mim, tenho actualmente como ordenado fixo 405 euros X 7 meses por ano. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. A universidade na qual lecciono há 16 anos conseguiu mais uma vez reduzir-me o ordenado. Todo o trabalho que arranjo é extra e a recibos verdes. Não sou independente, senhor primeiro ministro. Sempre que tenho extras tenho de contar com apoios familiares para que os meus filhos não fiquem sozinhos em casa. Tenho uma dívida de mais de cinco anos à Segurança Social que, por sua vez, deveria ter fornecido um dossier ao Tribunal de Família e Menores há mais de três a fim que os meus filhos possam receber a pensão de alimentos a que têm direito pois sou mãe solteira. Até hoje, não o fez.

 

Tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: nunca fui administradora de coisa nenhuma e o salário mais elevado que auferi até hoje não chegava aos mil euros. Isto foi ainda no tempo dos escudos, na altura em que eu enchia o depósito do meu renault clio com cinco contos e ia jantar fora e acampar todos os fins-de-semana. Talvez isso fosse viver acima das minhas possibilidades. Talvez as duas viagens que fiz a Cabo-Verde e ao Brasil e que paguei com o dinheiro que ganhei com o meu trabalho tivessem sido luxos. Talvez o carro de 12 anos que conduzo e que me custou 2 mil euros a pronto pagamento seja um excesso, mas sabe, senhor primeiro-ministro, por mais que faça e refaça as contas, e por mais que a gasolina teime em aumentar, continua a sair-me mais em conta andar neste carro do que de transportes públicos. Talvez a casa que comprei e que devo ao banco tenha sido uma inconsciência mas na altura saía mais barato do que arrendar uma, sabe, senhor primeiro-ministro. Mesmo assim nunca me passou pela cabeça emigrar...

 

Mas hoje, senhor primeiro-ministro, hoje passa. Hoje faço 42 anos e tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: Tenho mais habilitações literárias que o senhor. Tenho mais experiência profissional que o senhor. Escrevo e falo português melhor do que o senhor. Falo inglês melhor que o senhor. Francês então nem se fale. Não falo alemão mas duvido que o senhor fale e também não vejo, sinceramente, a utilidade de saber tal língua. Em compensação falo castelhano melhor do que o senhor. Mas como o senhor é o primeiro-ministro e dá tão bons conselhos aos seus governados, quero pedir-lhe um conselho, apesar de não ter votado em si. Agora que penso emigrar, que me aconselha a fazer em relação aos meus dois filhos, que nasceram em Portugal e têm cá todas as suas referências? Devo arrancá-los do seu país, separá-los da família, dos amigos, de tudo aquilo que conhecem e amam? E, já agora, que lhes devo dizer? Que devo responder ao meu filho de 14 anos quando me pergunta que caminho seguir nos estudos? Que vale a pena seguir os seus interesses e aptidões, como os meus pais me disseram a mim? Ou que mais vale enveredar já por outra via (já agora diga-me qual, senhor primeiro-ministro) para que não se torne também ele um excedentário no seu próprio país? Ou, ainda, que venha comigo para Angola ou para o Brasil por que ali será com certeza muito mais valorizado e feliz do que no seu país, um país que deveria dar-lhe as melhores condições para crescer pois ele é um dos seus melhores - e cada vez mais raros - valores: um ser humano em formação.

 

Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiro-ministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca.

 

Com o mais elevado desprezo e desconsideração, desejo-lhe, ainda assim, feliz natal OU feliz ano novo à sua escolha, senhor primeiro-ministro

 

e como eu sou aqui sem dúvida o elo mais fraco, adeus

 

Myriam Zaluar, 19/12/2011"

 

Recebido por email



publicado por José Rocha às 13:54
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
SOBREIRO JÁ É A ÁRVORE NACIONAL

(foto José Luís Rocha)

A partir desta quinta-feira, o sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal, depois de um projecto de resolução aprovado, por unanimidade, na Assembleia da República e de uma petição pública com 2291 assinaturas.

A petição para consagrar o sobreiro (Quercus suber) como um dos símbolos do país foi lançada em Outubro de 2010 pelas associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza. Hoje, passado pouco mais de um ano, o sobreiro conquistou o hemiciclo.

“A partir de agora, abater um sobreiro não será apenas abater uma árvore protegida, mas sim, um símbolo nacional”, disse ao PÚBLICO o deputado socialista Miguel Freitas, relator do projecto. “O consenso total na Assembleia da República foi muito importante”, acrescentou.

O sobreiro é espécie protegida pela legislação portuguesa desde 2001. Mas essa protecção não foi suficiente para travar a regressão da árvore em território português, motivada por “práticas erradas, nomeadamente de mobilização de solo que danificam as raízes, e doenças ou a combinação das duas situações”, salientou Miguel Rodrigues, da associação Árvores de Portugal. Além disso, “a lei que protege o sobreiro está constantemente a criar situações de excepção para empreendimentos que permitem o abate de árvores”.

Miguel Rodrigues adianta que, depois da criação de um logótipo simbólico, será estudada a criação de uma “plataforma de trabalho que abranja tudo o que tem a ver com o sobreiro, desde associações a câmaras, universidades, indústrias e Estado. Actualmente não há integração de conhecimentos para suprir as necessidades”.

O sobreiro, árvore mediterrânica com mais de 60 milhões de anos, ocupa uma área de cerca de 737.000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006. Hoje é responsável por 10% das exportações nacionais. “De momento, a cortiça é um dos produtos mais importantes da economia nacional”, salientou o deputado Miguel Freitas.

Mas a sua importância não se esgota na cortiça. “Esta árvore representa o montado, um dos ecossistemas mais importantes da Europa e as espécies ameaçadas que dele dependem”, acrescentou.

Helena Geraldes

Visto http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1526145

 



publicado por José Rocha às 07:48
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011
HASTA SIEMPRE


publicado por José Rocha às 11:07
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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011
É ISSO AÍ


publicado por José Rocha às 21:06
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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011
GRUPO CULTURAL E DESPORTIVO DE AGUIAR

 

O Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar informa, que as inscrições para a sua MARATONA DE BTT já se encontram abertas   Aqui, aproveitamos para agradecer publicamente a grande ajuda e disponibilidade demonstrada pela Associação Galopar Pedalar.

O nosso Muito Obrigado.



publicado por José Rocha às 18:10
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PABLO ALBORAN Y CARMINHO


publicado por José Rocha às 14:28
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Sábado, 3 de Dezembro de 2011
BLOG DO G C D AGUIAR

 

Acompanhe http://gcdaguiar.blogspot.com/ as novidadades do Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar.



publicado por José Rocha às 13:57
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
I MARATONA BTT GCD AGUIAR



publicado por José Rocha às 16:55
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
AS CÂMARAS ALENTEJANAS SÃO AS QUE MAIS INVESTEM EM CULTURA E DESPORTO
A região do Alentejo concentrava em 2010 o maior número de câmaras com uma proporção de despesa em cultura e desporto superior a 20%, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados fazem parte dos Anuários Estatísticos Regionais do INE, hoje apresentados, e colocam Viana do Alentejo como o município que mais investe em cultura e desporto e Carrazeda de Ansiães como o que menos emprega naquelas atividades.

De acordo com os anuários, em 2010 cerca de 8,9% do total de despesas correntes e de capital das câmaras municipais destinavam-se a atividades culturais e de desporto.

O Alentejo era a região com maior proporção neste indicador (10,9%), seguida do Algarve e da Região Autónoma dos Açores (10,7%) e da região Centro (9,7%), completando assim o conjunto de regiões NUTS II (nomenclatura das unidades territoriais estatísticas de segundo nível, correspondentes às sete regiões do país) que apresentavam proporções acima da média nacional.

No que respeita aos números de cada município, a região do Alentejo concentrava em 2010 o maior número de câmaras com uma proporção de despesa em cultura e desporto superior a 20%.

De acordo com os dados do INE, o valor mais alto de todo o país estava em Viana do Alentejo (43,9%), seguindo-se Castelo de Vide (32,2%), Montemor-o-Velho (30,9%), Campo Maior (28,5%) e Fronteira (27,1%).

Nas regiões Norte e Centro predominavam os municípios em que a parte das despesas totais dedicada a atividades culturais e de desporto era inferior a 5%.

O município com menor percentagem de despesa em cultura e desporto era Carrazeda de Ansiães, com 0,8%.


publicado por José Rocha às 15:19
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011
EM BUSCA DAS MONTANHAS AZUIS

O terceiro capítulo da trilogia iniciada em 1982 («Por Este Rio Acima»), seguida pela edição de 1994 («Crónicas da Terra Ardente»), conhece assim o seu encerramento com o disco «Em Busca das Montanhas Azuis», um título indicativo da visão da entrada em terra pelo continente africano. As músicas sucedem-se numa viagem sem roteiro contínuo. Os textos identificam várias regiões do continente africano em detalhes e comentários que jogam entre a história passada pelos portugueses no continente africano mas também remete à actualidade. É com esta viagem que Fausto Bordalo Dias nos apresenta o encerramento de uma trilogia histórica da música portuguesa.” (nota de imprensa)

 



publicado por José Rocha às 08:17
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